Porque tudo à de ser assim?
Em tamanhos momentos em que perdemos rumos
Sem saber para aonde ir
Nos refugiamos em tamanha solidão
Nos trancando entre muros.
Depois de passado tempo
Escapamos sem rumo
Sem direção ou seguimento
Andamos a ermo em ruas curvas.
Achamos um pequeno refugio perante a solidão
Aceitamos carinhos desconhecidos
Fragilizamos nossos sentimentos
Tentando esquecer o que era suposta paixão.
Mas em um futuro não distante
Faz-se a frente confusa decisão
De um futuro mais distante
O que devo fazer para não ferir o quanto fui ferido
Sei a dor de sentir e não ser sentido
Não me foge o medo de que minha decisão não por culpa minha
Venha a se virar contra minhas esperas de sentimentos
Tenho medo de abrir mais as portas para um sentimento
Que no futuro possa me machucar
Novamente.
terça-feira, 24 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Minha Oração de Cavaleiro.
Minhas idéias onde estão?
Parte de mim tenta se encontrar em águas negras
O monstro que há dentro de mim se desperta
Meu corpo pede pelo meu sangue
Minha alma pede descanço
Já não à mais pedras em minha estrada
As curvas não são curvas
Se confunde o meu transporte
Se perdem meus sentidos
O cansaço da vida vã me abraça
A faca da indecisão me corta
Vejos meus sonhos irem com as musicas que em minha cabeça se executava sem parar.
Com o vulto da imagem de um alguém que insisto em existir.
Minha honra está indo
Se vai como a folha que se solta da arvore e pega carona nos ventos vindos do norte.
Minha espada pesa
Minha armadura se faz um fardo de martilho sobre meus ombros
Me deixam ideais que fizeram meu sangue derramar.
A sela de meu cavalo se escorrega entre seu pelo brilhante
Não consigo aperta-la para montar e cavalgar
Até a solidão que comigo sempre esteve me deixas sem explicação.
Meu coração parou
Mas meu sangue ainda corre em minhas veias
o ar circula em meus pulmões
Minhas mãos soam em frio de inverno
Me deito em abrigo de pedra
De lado minha espada
Em minha frente meu cavalo indo embora
Choro meus sonhos não lembrados
Vejo uma bela brecha sem nada
um vago entre a neve pura e clara
Que me arrastas em tua direção
Deixando a mim sentimento algum
Aguardo o dia de saber como é novamente lutar por ideais
Agrado o dia de viver
E em felicidade sofrer lutando
Para poder meus poemas em árvores colher
Citando-os como oração
Em lembrança deste vão de viver.
Parte de mim tenta se encontrar em águas negras
O monstro que há dentro de mim se desperta
Meu corpo pede pelo meu sangue
Minha alma pede descanço
Já não à mais pedras em minha estrada
As curvas não são curvas
Se confunde o meu transporte
Se perdem meus sentidos
O cansaço da vida vã me abraça
A faca da indecisão me corta
Vejos meus sonhos irem com as musicas que em minha cabeça se executava sem parar.
Com o vulto da imagem de um alguém que insisto em existir.
Minha honra está indo
Se vai como a folha que se solta da arvore e pega carona nos ventos vindos do norte.
Minha espada pesa
Minha armadura se faz um fardo de martilho sobre meus ombros
Me deixam ideais que fizeram meu sangue derramar.
A sela de meu cavalo se escorrega entre seu pelo brilhante
Não consigo aperta-la para montar e cavalgar
Até a solidão que comigo sempre esteve me deixas sem explicação.
Meu coração parou
Mas meu sangue ainda corre em minhas veias
o ar circula em meus pulmões
Minhas mãos soam em frio de inverno
Me deito em abrigo de pedra
De lado minha espada
Em minha frente meu cavalo indo embora
Choro meus sonhos não lembrados
Vejo uma bela brecha sem nada
um vago entre a neve pura e clara
Que me arrastas em tua direção
Deixando a mim sentimento algum
Aguardo o dia de saber como é novamente lutar por ideais
Agrado o dia de viver
E em felicidade sofrer lutando
Para poder meus poemas em árvores colher
Citando-os como oração
Em lembrança deste vão de viver.
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