terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Abstinência de Agrados

Não tenho vontades

Em sua ausência me perco e me confundo
O calor me some da pele
E me afaga o frio do mundo


Chega à noite
De sonhos me embriago
E na alucinação mal vinda
Peço o néctar de seu corpo


Procuro-te em toda parte
Não te vejo
Desespero-me
Uma miragem


Mas minha esperança em coma
Ainda sentes que minha existência
Ainda terá tua mão
De tamanha proteção e carências de solidão


Quero gritar seu nome
Mas tendo a certeza de tua chegada
Vejo-me tolo sem o teu abraço
Esperando teu beijo
Desejo dizer as palavras esperadas
EU TE AMO.

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