sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Solidão mãe de meu eu.

Carne
Maldita sejas tu
Que me dilacera em teu desejo
Afoga-me em teu beijo
No remanso de tua água azul

Morte
Que me tens vivo
Fazendo-me sofrer
Em falta de meu amor
Sofrimento Martírio

Dor
Visas minha rendição
Te admiro em força e bravura
Onde seu Forte
É minha angustia e perdição

Solidão
Me desperta a carne
Deixando-me morto em vida
Banhando em dor meu coração
Por quem não merece a solidão.

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